domingo, 22 de março de 2009

Será que vai?


Nesta sexta última estive no retorno do meu médico.
Depois de quase duas horas para ser atendida, com minha quota de paciência já esgotando, escutei um discurso do Dr. Francisco que foi pior que um tapa.
Me dei conta do quanto não me responsabilizo e não me preocupo com as consequências dos meus hábitos em um futuro bem próximo.
Tenho SOP e preciso manter uma disciplina constante durante toda minha vida, estabelecer hábitos saudáveis e regrados, que implica o corte de alimentos um tanto quanto irresistíveis e a constância de uma atividade não só para a mente, olhar também para o corpo.
Pronto, depois do sermão toda minha raiva e falta de paciência pela espera, se desfez mais rápido que sal em chuva. Então tomou lugar uma gigantesca culpa e sentimento de desleixo, fui embora com um peso não só no corpo, mas principalmente na consciência.
Resolvi escrever para ver se consigo selar um compromisso comigo mesma e quem sabe vir aqui para relatar minhas conquistas e não minhas recaídas.
Amanhã começo minhas caminhadas. Sim, por incrível que pareça vou deixar de ser sedentária.
Quando criança fui muito ativa, fazia muito esporte e atividades físicas.... isso seguiu até o período da faculdade, mas aí chega o momento pós-universitário e a preguiça e o ócio físico se instala.
Por muito tempo achei, e ainda acho, uma neura e um certo desiquilíbrio aquelas pessoas que se mantém mais tempo nas academias e nas corridas diárias que com cultura e informações relevantes, mas agora no que estou me comprometendo deverei achar o ponto do equilibrio entre o fanatismo aeróbico/culto do corpo e o sedentarismo físico/culto do ócio.
Realmente o excesso deturpa.

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