Comecei ontem uma nova pós.
Tudo bem: a minha ficha ainda não caiu, fui e voltei no piloto automático... assim a coisa fica mais prática e mais tranquila. Quando eu tomar consciência que atravesso toda a São Paulo para Santo André (já que saio de Caieiras city, pelo menos por enquanto) e ficarei neste trajeto por longos 24 meses... acho que me castigarei um tanto!
Mas como diz o título lá em cima... hoje trato sobre uma particularidade minha que é nata!
Bom, comecei o primeiro dia de aula já no susto, visto que decidi realizar a inscrição um dia antes,e a seleção foi apenas uma "entrevista" (para mim mto mais um bate papo bem informal), pasmem, meia hora antes do início da aula. Tudo bem que os alunos começaram a chegar e a professora solicitou para que aguardassem lá fora enquanto terminava a "entrevista" comigo... até aí a situação é em grande parte estabelecida pela minha atitude de última hora em fazer o curso, mas senti um certo desleixo em perceber como aceitaram e entraram junto nessa de fazer as coisas de última hora.
Mas então, eis que inicia a apresentação dos alunos e das professoras (duas agora na primeira aula.. espero que os demais sejam diferentes), minha cabeça foi a mil, deu vontade de levantar e sair correndo de lá, mas aí vinha aquela vontade de tentar um novo desafio e isso me ajudou ficar mais um tanto sentadinha e quietinha lá no meu canto.
No decorrer do dia, entrei em contato com algumas pessoas do curso, mto agradáveis, receptivas e solícitas... mas um tanto qto cruas e imaturas, salvo algumas excessões (penso eu que estas excessões são as q me refugiarei no andar da carruagem), me deu uma saudade gigantesca da turma do Sedes*.
Passei rapidamente os olhos pela bibliografia básica que utilizaremos no curso (nada de mto novo) e novamente aquela vontade de levantar e sair sem olhar pra trás, me tomou conta. A td momento me policiava tentando impor um certo tom de "o q vc está vendo não chega ser nem a ponta do iceberg, vai com calma Melissa..." mas não conseguia me impor a tão sonhada e almejada segurança frente minhas decisões.
Em resumo, foi só um dia de pós e já me questionei umas 950982615243 vezes se realmente vou querer estar lá até final de 2010!
Talvez esteja sendo preciptada, talvez eu deveria ter escutado meu supervisor (o Rubens*, que insistiu algumas vezes que esses cursos não se mostrariam um grande desafio para mim, pelo menos não no momento) ou talvez eu seja mais enrigecida, e fechada para novidades, do que pensava.
Mas o resultado é esse: até agora não sei se fiz a escolha certa, não sei se insistir passa a ser certo, ou se desistir seria o mais provável. E a angústia seguida após minha eterna e inconstante indecisão, está aqui, ainda comigo!
Acho que no dia da próxima aula vou fazer exatamente isso: atravessarei São Paulo em direção à Santo André da mesma forma que atravessei neste fds, no piloto automático... felizmente - não da melhor forma - ele ajuda e muito a me afastar desta minha companheira.
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